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AMAMENTAÇAO:SERÁ Q VOU TER LEITE?

Amamentação: será que vou ter leite?

<p>    <strong>MITO</strong></p>   <p>    De fato a produção de leite é algo natural, que ocorre normalmente em quase 100% das mulheres após o parto. Só uma parcela ínfima da população feminina, em torno de 2%, é portadora de mamas mal desenvolvidas ou problemas hormonais, que acabam atrapalhando esse processo. No entanto, o ato de amamentar, ou seja, de conseguir fazer com que o líquido fabricado dentro das mamas saia de lá e alimente o bebê adequadamente é algo muito mais complicado e depende não só de aprendizado, mas de condições ambientais favoráveis. O hormônio ocitocina, por exemplo, é o responsável pelo movimento de ejeção. É ele que promove a contração e dilatação dos ductos mamários que expulsam o leite. O grande problema é que a mulher só experimenta níveis satisfatórios de ocitocina se estiver tranquila e descansada. Preocupações, estresse e depressão, sintomas muito comuns durante o pós-parto, são deletérios. Outro entrave é a pega do bebê. Para que consiga sugar o alimento, a criança precisa abocanhar a aréola da forma correta. Alguns recém-nascidos, porém, têm dificuldade em fazer isso e só conseguem depois de algum treino. A pega inadequada também pode provocar machucados e dores nas mamas, o que dificulta ainda mais o processo.</p>   <p>    <strong>MITO</strong></p>   <p>    A capacidade de amamentar não é hereditária. “Por outro lado, mulheres que fazem parte de famílias em que a amamentação é valorizada e que recebem apoio de suas parentes durante o pós-parto têm mais chance de serem bem-sucedidas na empreitada”, explica Carvalho. </p>   <p>    <strong>MITO</strong></p>   <p>    Aqui vale o velha máxima “tamanho não é documento”. De fato, os seios aumentam de tamanho já durante a gravidez e continuam maiores enquanto a mulher amamenta. Trata-se de um sinal de que a mama está sendo preparada para a produção do líquido, que está mais irrigada por vasos sanguíneos e os alvéolos começam a ser preenchidos por colostro, a substância que precede o leite propriamente dito. Mas, o volume das mamas pouco importa. Isso porque o leite é produzido também durante a mamada e não precisa ficar estocado. Peitos pequenos, portanto, são perfeitamente capazes de alimentar bebês glutões.</p>   <p>  <strong>MITO</strong></p> <p>  As técnicas mais modernas de implante de silicone não alteram as estruturas da mama e, portanto, não interferem nem na produção, nem na ejeção do leite. Algumas cirurgias para redução de mama, porém, seja por finalidade estética ou terapêutica (retirada de tumores, por exemplo), removem ou cortam porções importantes, como ductos, glândulas ou até mesmo o mamilo. Nesses casos, a amamentação está, sim, em risco.</p> <p>  <strong>VERDADE</strong></p> <p>  Cerca de 7% das mulheres possuem o chamado de mamilo semiprotuso ou subdesenvolvido, o que nada mais é do que um bico pequeno, quase inexistente. Embora elas estejam mais sujeitas a traumas, podem amamentar com sucesso desde que se preparem para isso. Ainda durante a amamentação, elas devem fazer exercícios de exteriorização, que estimulam os músculos da aréola e fazem com que o bico avance um pouco além do normal. “A mãe que tem os mamilos subdesenvolvidos não deve permitir que seu bebê conheça outro tipo de bico a não ser os seus, pois, assim, terá maior possibilidade de sucesso na amamentação”, ensinou a enfermeira Vera Heloisa Pileggi Vinha, em seu O Livro da Amamentação (Editora Mercado de Letras). Existe ainda outro problema que requer mais cuidados. São os mamilos malformados. Nesses casos, que afeta cerca de 1% das mulheres, o bico fica posicionado dentro da mama e existe um risco real de que o aleitamento não seja possível. Entre as alternativas para evitar que isso aconteça está o uso de bicos artificiais. É aconselhável também procurar ajuda de profissionais, como enfermeiras e médicos especialistas em aleitamento.</p> <p>  <strong>Leia também:</strong>&nbsp;<a href="http://bebe.abril.com.br/materia/amamentacao-sera-que-vou-ter-leite" rel="O formato do mamilo pode dificultar a amamentação">O formato do mamilo pode dificultar a amamentação</a></p> <p>  <strong>MITO</strong></p> <p>  Há algum tempo, acreditava-se que seria necessário preparar a mama durante a gravidez para evitar dores, rachaduras e machucados. Os médicos indicavam, então, esfregar a aréola com bucha e tomar sol nos seios para engrossar a pele. “Hoje sabemos que o maior causador de tais problemas é a pega errada do bebê e que o tipo de pele pouco ou nada importa”, diz Carvalho. Na verdade, a mama é preparada naturamente durante a gravidez. Já nas primeiras semanas de gestação, surgem as glândulas de Montgomery, pequenos pontos altos que secretam substâncias lubrificantes e protetoras. Além disso, a espessura do mamilo aumenta em cerca de 1,5 milímetro e o diâmetro da aréola, em 1,5 centímetro.&nbsp;</p> <p>  <strong>VERDADE</strong></p> <p>  “Todas as mulheres, gordas ou magras, bem ou mal nutridas, são capazes de produzir leite em quantidades satisfatórias para o seu bebê”, diz Isilia. O grande problema é que tanto os nutrientes como a água utilizados para a produção do líquido serão retirados do corpo da mulher. Mães que comem mal durante o período de amamentação podem sofrer perdas nutricionais. Daí a necessidade de ingerir líquido e adotar uma dieta saudável, porém não necessariamente muito mais calórica do que aquela que tinha antes de engravidar. O ideal é ter o acompanhamento de um profissional (pode ser o obstetra ou um nutricionista) que vai ajudá-la a definir a melhor dieta.&nbsp;</p> <p>  <strong>Leia também:&nbsp;</strong><a href="http://bebe.abril.com.br/materia/cuidados-na-hora-de-perder-peso-no-pos-parto" rel="Cuidados na hora de perder peso no pós-parto">Cuidados na hora de perder peso no pós-parto</a></p> <p>  <strong>VERDADE</strong></p> <p>  As mães produzem exatamente a quantidade e a qualidade de leite necessárias para suprir as carências do seu bebê. O mito de que algumas mulheres fabricam leite fraco tem diversas origens. Uma delas vem do fato de que o leite não é o mesmo ao longo da mamada. O líquido ejetado durante os primeiros dez minutos de sucção, por exemplo, é rico em água, proteína e células imunológicas e tem uma aparência rala. Daí a ideia de que ele seria fraco. Não é. Até porque, depois dele, é produzida uma substância mais espessa, composta de moléculas maiores de açúcar, gordura e carboidratos, o que completa a nutrição o bebê. Além disso, embora pareçam mamar bastante, algumas crianças apenas ficam “penduradas” no peito, mas sugam pouco. Como consequência, acabam não engordando o esperado e choram de fome com muita frequência. Nesses casos, é comum achar que o problema está no leite, que não sustentaria a criança.</p> <p>  <strong>Leia também:</strong>&nbsp;<a href="http://bebe.abril.com.br/materia/o-que-toda-mae-precisa-saber-para-a-amamentacao-dar-certo" rel="O que toda mãe precisa saber para a amamentação dar certo">O que toda mãe precisa saber para a amamentação dar certo</a></p> <p>  <strong>MITO</strong></p> <p>  Ao longo do período de lactação, é comum que as mães passem por fases em que fabricam menos leite. Um evento estressante, a mudança de rotina ou uma doença podem desencadear o problema, por exemplo. Para reverter a situação, basta recuperar a calma e a disposição. À medida que o bebê a sugar, a produção tem grandes chances de voltar ao normal. Além disso, é possível fazer ordenha (manual ou mecânica) para estimular as mamas.</p> <p>  <strong>Leia também:</strong> <a href="http://bebe.abril.com.br/materia/quero-voltar-a-amamentar" rel="&quot;Quero voltar a amamentar meu filho&quot;">"Quero voltar a amamentar meu filho"</a></p>
As dúvidas sobre o aleitamento materno estão entre as principais inseguranças das grávidas. E os inúmeros mitos em torno do assunto colaboram para aumentar ainda mais a ansiedade. Entender melhor o processo pelo qual o organismo humano fabrica o alimento ajuda a acalmar essas aflições
Mito ou verdade?
Esclarecemos, de uma vez por todas, as principais crenças que pairam sobre o aleitamento materno:

Amamentar é um ato natural
MITO
De fato a produção de leite é algo natural, que ocorre normalmente em quase 100% das mulheres após o parto. Só uma parcela ínfima da população feminina, em torno de 2%, é portadora de mamas mal desenvolvidas ou problemas hormonais, que acabam atrapalhando esse processo. No entanto, o ato de amamentar, ou seja, de conseguir fazer com que o líquido fabricado dentro das mamas saia de lá e alimente o bebê adequadamente é algo muito mais complicado e depende não só de aprendizado, mas de condições ambientais favoráveis. O hormônio ocitocina, por exemplo, é o responsável pelo movimento de ejeção. É ele que promove a contração e dilatação dos ductos mamários que expulsam o leite. O grande problema é que a mulher só experimenta níveis satisfatórios de ocitocina se estiver tranquila e descansada. Preocupações, estresse e depressão, sintomas muito comuns durante o pós-parto, são deletérios. Outro entrave é a pega do bebê. Para que consiga sugar o alimento, a criança precisa abocanhar a aréola da forma correta. Alguns recém-nascidos, porém, têm dificuldade em fazer isso e só conseguem depois de algum treino. A pega inadequada também pode provocar machucados e dores nas mamas, o que dificulta ainda mais o processo.

Filhas de mulheres que não conseguiram amamentar têm maior risco de não ter leite
MITO
A capacidade de amamentar não é hereditária. “Por outro lado, mulheres que fazem parte de famílias em que a amamentação é valorizada e que recebem apoio de suas parentes durante o pós-parto têm mais chance de serem bem-sucedidas na empreitada”, explica Carvalho. 

Seios pequenos são um sinal de que a mulher terá pouco leite
MITO
Aqui vale o velha máxima “tamanho não é documento”. De fato, os seios aumentam de tamanho já durante a gravidez e continuam maiores enquanto a mulher amamenta. Trata-se de um sinal de que a mama está sendo preparada para a produção do líquido, que está mais irrigada por vasos sanguíneos e os alvéolos começam a ser preenchidos por colostro, a substância que precede o leite propriamente dito. Mas, o volume das mamas pouco importa. Isso porque o leite é produzido também durante a mamada e não precisa ficar estocado. Peitos pequenos, portanto, são perfeitamente capazes de alimentar bebês glutões.

O implante de silicone atrapalha a amamentação
MITO
As técnicas mais modernas de implante de silicone não alteram as estruturas da mama e, portanto, não interferem nem na produção, nem na ejeção do leite. Algumas cirurgias para redução de mama, porém, seja por finalidade estética ou terapêutica (retirada de tumores, por exemplo), removem ou cortam porções importantes, como ductos, glândulas ou até mesmo o mamilo. Nesses casos, a amamentação está, sim, em risco.

O formato do bico interfere na pega do bebê
VERDADE
Cerca de 7% das mulheres possuem o chamado de mamilo semiprotuso ou subdesenvolvido, o que nada mais é do que um bico pequeno, quase inexistente. Embora elas estejam mais sujeitas a traumas, podem amamentar com sucesso desde que se preparem para isso. Ainda durante a amamentação, elas devem fazer exercícios de exteriorização, que estimulam os músculos da aréola e fazem com que o bico avance um pouco além do normal. “A mãe que tem os mamilos subdesenvolvidos não deve permitir que seu bebê conheça outro tipo de bico a não ser os seus, pois, assim, terá maior possibilidade de sucesso na amamentação”, ensinou a enfermeira Vera Heloisa Pileggi Vinha, em seu O Livro da Amamentação (Editora Mercado de Letras). Existe ainda outro problema que requer mais cuidados. São os mamilos malformados. Nesses casos, que afeta cerca de 1% das mulheres, o bico fica posicionado dentro da mama e existe um risco real de que o aleitamento não seja possível. Entre as alternativas para evitar que isso aconteça está o uso de bicos artificiais. É aconselhável também procurar ajuda de profissionais, como enfermeiras e médicos especialistas em aleitamento.

Mulheres que têm pele fina sentem mais dor durante a amamentação
MITO
Há algum tempo, acreditava-se que seria necessário preparar a mama durante a gravidez para evitar dores, rachaduras e machucados. Os médicos indicavam, então, esfregar a aréola com bucha e tomar sol nos seios para engrossar a pele. “Hoje sabemos que o maior causador de tais problemas é a pega errada do bebê e que o tipo de pele pouco ou nada importa”, diz Carvalho. Na verdade, a mama é preparada naturamente durante a gravidez. Já nas primeiras semanas de gestação, surgem as glândulas de Montgomery, pequenos pontos altos que secretam substâncias lubrificantes e protetoras. Além disso, a espessura do mamilo aumenta em cerca de 1,5 milímetro e o diâmetro da aréola, em 1,5 centímetro. 


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